O ex-atacante e deputado federal Romário (PSB-RJ) defendeu a exigência do presidente da CBF, José Maria Marin, em ver as listas de convocação da Seleção Brasileira 48 horas antes do anúncio oficial. O Baixinho, inclusive, foi além: ao contrário do dirigente, ainda faria mudanças na relação se achasse necessário.

- Se fosse ele, eu interferiria. Ele disse que não vai, mas tem de ter essa liberdade. Tem horas que essa interferência é negativa e tem horas que é positiva. No meu caso, em 93, foi positiva - afirmou o ex-jogador, nesta sexta, durante visita à CBF.
Cada vez mais próximo a Marin, Romário garantiu que a medida não é exclusividade do atual presidente:
- Se dependesse de mim, queria ver antes. Ele, como presidente, tem todo direito de ver. Na história do futebol, sempre foi assim. Só que, pela primeira vez, apareceu um presidente para dizer isso a vocês.
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