segunda-feira, 19 de abril de 2010

BAVI - PARTE II

Esporte Clube Vitória

O Esporte Clube Vitória, conhecido apenas como Vitória, é um clube esportivo brasileiro sediado na cidade de Salvador, no estado da Bahia, e fundado em 13 de maio de 1899. Suas cores são o vermelho e o preto. O primeiro clube social nacional a ser fundado apenas por brasileiros e um dos primeiros clubes do Brasil a praticar o futebol, esporte no qual, atualmente, obtém maior destaque, o Club de Cricket Victoria, nome com o qual foi fundado em homenagem à região em que seus fundadores moravam, o Corredor da Vitória, também foi o pioneiro em diversos esportes na Bahia e no Nordeste, como o voleibol, a natação, o pólo aquático, o basquetebol e outros.
 Após um longo período impróspero, com a construção do estádio próprio, o Barradão, o clube rubro-negro conseguiu consolidar sua hegemonia estadual nas últimas duas décadas, conquistando três títulos da Copa do Nordeste, se tornando o maior vencedor da competição, e doze títulos do Campeonato Baiano nas últimas quinze edições, contra três do seu arquirrival, Esporte Clube Bahia, clube com o qual faz o clássico Ba-Vi, um dos maiores do Brasil. Destacam-se também as campanhas do Leão nos Brasileirões de 1993 e 1999, competições em que terminou em 2° e 3° colocado, respectivamente.
Vitória - 25 Titulos
Além dessas conquistas, o Vitória, em 2008, no seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro, se tornou o clube nordestino com maior número de pontos, com mais vitórias e que mais marcou gols na história do campeonato. E, com sua futura participação em 2010, se tornou o clube da região com mais participações no campeonato.
Sua torcida é uma das maiores torcidas de futebol do Brasil, com cerca de 1% na maioria das pesquisas, o que representa mais de 1,8 milhão de torcedores no país, segundo o instituto Ibope.

BAVI EM MAIS UMA FINAL. PARTE I

Bahia - 43 Títulos Estaduais

História do Tricolor de Aço.


Equipe Campeã em 1959
Fundação

- No dia 8 de dezembro de 1930, dia de Nossa Senhora da Conceição da Praia, os ex-jogadores do Clube Bahiano de Tênis Carlos Koch, Eugênio Walter (Guarany) Fernando Tude e Júlio Almeida; e Waldemar de Azevedo, ex- Associação Atlética da Bahia, num encontro casual no Cabaré do Jokey, em Salvador, discutem a formação de um novo time de futebol. - O grupo está sem poder praticar o esporte que amam porque as agremiações que defendiam resolveram acabar com os departamentos de futebol no corrente ano. - No dia 12/12, mais de 70 pessoas, a maioria ex-atletas da AAB e do Bahiano, reúnem-se para definir os rumos do novo clube. A assembléia é presidida por Otavio Carvalho e secretariada por Fernando Tude e Aroldo Maia. - Naquela reunião, são definidas as cores da Bahia para o novo clube - uniforme com a camisa branca e o calção azul com uma faixa vermelha na cintura. Otavio Carvalho é nomeado presidente provisoriamente.

O Ano de 1931

- O Esporte Clube Bahia é fundado, sob o slogan "Nascido para vencer", no dia 1º de janeiro de 1931, em reunião realizada na casa nº 57 da Rua Carlos Gomes, em Salvador. O grupo de fundadores do Bahia é formado em sua maioria por ex-jogadores da AAB e do Bahiano, sem participação na diretoria dos mesmos, considerados integrantes da "pequena-burguesia" soteropolitana da época. Eram profissionais liberais, funcionarios públicos, jornalistas, micro-empresarios e estudantes. O que confirma a tese de que o Bahia, desde o principio, não era um time de grã-finos e tinha sim mais afinidade com as camadas populares. Baseado no distintivo do Corinthians Paulista e valorizando a bandeira do estado, o distintivo do Bahia é desenvolvido por Raimundo Magalhães. Os Estatutos são aprovados e a primeira diretoria oficial é eleita, por aclamação. O médico Waldemar Costa é o primeiro presidente do Bahia.

- Em 16/01 são publicados no Diario Oficial da Bahia os estatutos do Tricolor, que passa a existir legalmente. No dia 20/02, o Bahia é filiado à Liga Bahiana de Desportos Terrestres, atual Federação Bahiana de Futebol. E, Em 22/02, um domingo, o Bahia realiza seu primeiro treino, no Campo da AAB, na Quinta da Barra, em Salvador.

Campeões de 1988.
Primeiro jogo e título

Em 01/03/1931, o Tricolor entra em campo pela primeira vez e confirma o slogan "nascido para vencer". A vitima foi o Ypiranga, por 2 a 0, com gols de Bayma e Guarany. O goleiro Teixeira Gomes ainda defende um pênalti cobrado pelo ypiranguense Hipólito. Válida pelo Torneio Inicio do Estadual, a partida tem apenas 20 minutos de duração. Coube a Bayma, aos dois minutos da etapa inicial, a honra de marcar o primeiro gol com a camisa do Bahia. Fato interessante é que o jogador é sobrinho de Zuza Ferreira, que trouxe o futebol para o Estado. O Bahia jogou com a seguinte formação: - Teixeira Gomes; Leônidas e Gueguê; Milton, Canoa e Gia; Bayma, Guarany, Gambarrota e Pega-Pinto. O técnico é João Barbosa e o arbitro, Francelino de Castro. No mesmo dia 01/03, o Bahia conquista o primeiro titulo de sua história, o Torneio Inicio do Baianão de 1931. A taça vem com uma goleada no segundo jogo do dia, contra o Royal, por 3 a 0. Gols de Guarany (2) e Pega-Pinto.

- Em 22/03, o Bahia estréia no Estadual. Com gols de Bayma Guarani e Rubem.

- Em abril, Tricolor faz seu primeiro jogo internacional, mas perde para o Sud América, do Uruguai.

- Em 11/10, o Bahia faz seu primeiro jogo intermunicipal, contra o Vitória de Ilhéus e vence por 5 a 4.

- Em 24/10, no primeiro jogo fora do estado, o Tricolor bate o Sergipe por 2 a 0. Um dia depois, 5 a 0 no Guarany/SE. Os dois jogos são em Aracaju.

- Em 25/10, mesmo longe de Salvador e sem precisar entrar em campo, o Bahia conquista o primeiro titulo de Campeão Baiano. A taça vem com a derrota do Botafogo para o Ypiranga, por 2 a 0, que impossibilita o "fogão" de ultrapassar o Tricolor. O Clube comemora o titulo com duas rodadas de antecedência para o fim do Estadual.

- A Delegação faz a festa em Aracaju mesmo e é acompanhada pela população da cidade, que varou a madrugada contagiada pela alegria tricolor.

- Em 15/11, Bahia entra em campo contra o Ypiranga. Com o titulo garantido, a motivação é não perder no Campo da Graça para sagrar-se Campeão Invicto. Tricolor consegue empate em 2 a 2 aos 33 minutos, com o gol de Milton Bahia e mantém invencibilidade.

CURIOSIDADE

- Poucas pessoas sabem, mas o escudo do Bahia foi inspirado no escudo do Corinthians Paulista. A âncora foi retirada e a bandeira de São Paulo foi trocada pela bandeira da Bahia. O preto foi trocado pelo azul e no lugar de S. C. Corinthians Paulista - 1910, foi colocado Esporte Clube Bahia - 1931.

SITE: EUSOUBAHIA.

No sufoco, Vitória empata com o Camaçari e se garante na final do Baianão

Foi sofrido, no sufoco, mas o Vitória conseguiu o empate por 1 a 1 com o Camaçari, neste domingo, no Barradão, e vai decidir o título do Campeonato Baiano 2010 contra o arquirrival Bahia - no jogo de ida, no estádio Armando Oliveira, Leão e Camaça empataram em 2 a 2, mas o time rubro-negro avançou à decisão do Estadual por ter feito melhor campanha na primeira fase. Murilo, aos 46 minutos do primeiro tempo, abriu o placar para o Camaça, porém Júnior, aos 37 da etapa complementar, igualou para o Rubro-Negro, dando números finais à partida.


Por ter somado mais pontos somando a primeira com a segunda fase, o Vitória tem a vantagem de jogar por dois empates na decisão contra o arquirrival.

Bahia deu mole

DEU O BAHIA.  KKK...
A vaga na final, objetivo principal, foi conquistada. Mas, bem que poderia ser de uma forma mais tranquila. Mesmo jogando mal e sendo dominado pelo adversário, o Bahia vencia o Bahia de Feira por 1 a 0 até os 47 minutos do segundo tempo. Só que deu mole, permitiu o empate do time de Feira de Santana e não chega à decisão do Campeonato Estadual com a mesma moral que um triunfo na semifinal daria ao tricolor.


Deixou escapar também a possibilidade de jogar por dois empates ou dois resultados com saldo de gols igual na final, além de fazer a partida decisiva em Pituaçu. Isso porque, se vencesse o Bahia de Feira, conquistaria mais três pontos no geral do Campeonato Baiano, chegando aos 44 pontos e ficaria com um a mais do que o Vitória, que também empatou na noite de ontem e soma no geral 43 pontos conquistados.

Vágner abraça o camisa 4 Nen, após o gol tricolor
Apesar de os jogadores terem negado durante a semana, o Bahia claramente jogou com o regulamento do Campeonato Baiano debaixo dos braços. A vantagem do empate para chegar à final fez com que o time entrasse em campo mais tranquilo e, a partir dos 30 minutos do primeiro tempo, quando Vagner abriu o placar, administrasse o resultado sem muitas preocupações.

O problema foi que as limitações técnicas e táticas do elenco tricolor vieram à tona. Sem meias de qualidade no banco de reservas, o time terminou o jogo com três volantes em campo. A criação foi prejudicada e o Bahia se viu dominado pelo xará de Feira de Santana, principalmente na segunda etapa.

Tanta pressão só poderia resultar em gol. Depois de uma sequência de blitze na zaga do Bahia, o Bahia de Feira chegou ao empate já nos acréscimos da partida, aos 47 minutos, quando João Neto, em cobrança de pênalti, mandou a bola para o fundo das redes.

Se não conseguiu segurar a vitória e ainda deixou escapar a chance de jogar com vantagem na decisão, o Bahia pelo menos conseguiu manter a invencibilidade no Baiano. Já são 15 jogos sem perder pelo Estadual. A última vez que a série foi alcançada foi no ano de 1994, quando Raudinei fez o histórico gol do título na Fonte Nova. Um bom sinal para a torcida tricolor, ou não.

Ipatinga vence o Cruzeiro e vai à final.

O Ipatinga quebrou a sequência de três finais seguidas no Campeonato Mineiro entre Cruzeiro e Atlético-MG. Neste domingo, no Mineirão, o Tigre superou quatro erros graves da arbitragem e derrotou os reservas da Raposa por 3 a 1, com dois gols de Danilo Dias e um de Alessandro. Wellington Paulista descontou. A equipe do interior teve um gol mal anulado, um impedimento marcado erradamente, com situação clara de gol, e dois pênaltis ignorados.


Na fase de classificação, o tigre já havia vencido o time celeste por 3 a 0. Agora, o Ipatinga, que já foi campeão em 2005 e vice em 2006, vai encarar na final o Atlético-MG, que neste sábado passou pelo Democrata de Governador Valadares. Os jogos serão nos dois próximos domingos.

FICHA TÉCNICA


CRUZEIRO (1)

Fábio; Diego Renan, Gil, Thiago Heleno e Fernadinho (Thiago Ribeiro); Fabinho, Henrique, Pedro Ken, Roger (Gilberto) e Bernardo (Jonathan); Wellington Paulista.
Técnico: Adilson Batista

IPATINGA (3)

Douglas; Luizinho, Silvio (Patrick), Max e Marinho Donizete; Eber (Afonso), Max Carrasco, Leanderson (Mateus) e Francismar; Danilo e Alessandro.
Técnico: Gilson Kleina

Gols: Danilo (IPA), aos 15 e aos 19, Alessandro (IPA), aos 35 minutos do segundo tempo e Wellington Paulista, aos 44 minutos do segundo tempo (CRU)

EBAND

Coritiba vence clássico contra Atlético-PR e é campeão paranaense

O Coritiba bateu o Atlético-PR por 2 a 0 no Couto Pereira, neste domingo e se sagrou campeão paranaense pela 34ª vez, mesmo faltando uma rodada para o término do Estadual. O Alviverde não pode mais ser alcançado por ninguém, uma vez que abriu quatro pontos de diferença no octagonal final para o próprio Atlético. O ex-atleticano Marcos Aurélio e o angolano Geraldo garantiram a conquista do Coxa.


O troféu estadual serve de alegria para o torcedor após um ano de sofrimento em 2009, quando o time foi rebaixado para a segunda divisão do Brasileirão, além de ter sido punido com a perda de 10 mandos de campo, imposta pela STJD, por conta da confusão no Couto Pereira quando foi rebaixado,

FICHA TÉCNICA


CORITIBA (2):

Edson Bastos, Rodrigo Heffner (Pereira), Jeci, Demerson e Lucas Mendes; Donizete, Marcos Paulo (Tiago Real), Rafinha e Renatinho (Geraldo); Ariel e Marcos Aurélio.
Técnico: Ney Franco

Atlético-PR (0):

Neto; Manoel, Vanegas (Bruno Costa) e Chico; Valencia, Alan Bahia, Paulo Baier, Tartá e Márcio Azevedo (Marcelo); Alex Mineiro (Wallyson) e Javier Toledo.
Técnico: Leandro Niehues

Gols: Marcos Aurélio, aos 4 min; Geraldo, aos 29min do segundo tempo;

Santos vence Sampa e está na final do Paulista

Em um dos jogos mais aguardados do Campeonato Paulista, deu o que quase todos esperavam: vitória do Santos. Com a Vila Belmiro lotada, o Peixe venceu o São Paulo por 3 a 0 no segundo jogo da semifinal do Paulistão, com dois gols de sua maior estrela, o atacante Neymar, e um de Paulo Henrique Ganso, e garantiu presença na final do Paulistão 2010.


Agora, o time da Baixada Santista encara o Santo André. O Ramalhão, que venceu o primeiro jogo diante do Grêmio Prudente por 2 a 1, perdeu neste domingo pelo mesmo resultado. No entanto, a melhor campanha na fase inicial garantiu a equipe do ABC na decisão.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 X 0 SÃO PAULO

GOLS: Neymar 14'/ 2°T; Neymar 37'/2°T; Paulo Henrique 41'/2°T


SANTOS: Felipe, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Wesley, Marquinhos (Rodrigo Mancha 30'/2°T) e Ganso; Robinho (Zé Eduardo 38'/2°T) e Neymar (Madson 38'/2°T).
Técnico: Dorival Júnior.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Cicinho, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Hernanes, Cleber Santana (Washington 9'/2°T) e Jorge Wagner; Dagoberto e Fernandinho (Léo Lima 19'/2°T). Técnico:Ricardo Gomes

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Botafogo conquista o Carioca de 2010 e afasta a sina de vice.

O Botafogo é campeão antecipado do Carioca de 2010. Na tarde desse domingo, o Glorioso levou a melhor sobre o Flamengo por 2 a 1, no Maracanã e faturou a Taça Rio. Como já havia conquistado a Taça Guanabara, a equipe de Joel Santana chutou para longe a sina de vice e trouxe mais um caneco para General Severiano.


Com gols de Herrera e Loco Abreu, o Botafogo quebrou um antigo tabu: desde 1998 um clube não conquistava os dois turnos do Estadual do Rio.

PRIMEIRO TEMPO

Já era de se esperar. O clássico decisivo entre Flamengo e Botafogo começou a mil, com muita disposição demonstrada por parte das duas equipes. Famintos pelo título, os dois times partiram para o ataque, dando bastante trabalho aos goleiros já nos minutos iniciais.

O corredor direito do campo foi o caminho escolhido pelo Rubro-Negro para investir sobre o adversário, quase sempre com Léo Moura. No meio, Michael procurou brechas para criar e servir o Império do Amor na frente, mas encontrou dificuldades diante da fechada marcação alvinegra. Em comum, as duas equipes abusaram das jogadas aéreas em busca dos grandalhões Loco Abreu e Adriano, de cada lado do campo.


No Botafogo, surpreendentemente, o meio foi prioridade para criar as jogadas. A opção de Joel Santana por Somália na lateral-esquerda mostrava a preocupação do Fogão com a anulação de Léo Moura, o que, em partes, aconteceu. Portanto, o uniforme de garçom do ataque foi entregue à Renato Cajá, que dividiu a tarefa com Túlio Souza.

Mais ofensivo do que o rival no começo da partida, o Bota transformou suas investidas em resultado. Aos 20 minutos, Ronaldo Angelim derrubou Fábio Ferreira dentro da área e o juiz flagrou. Pênalti assinalado, pênalti convertido. Herrera bateu com força no contrapé de Bruno. Placar aberto para o Fogão no Maior do Mundo, 1 a 0.


Com o gol, o Flamengo acordou e passou a pertubar mais o goleiro Jefferson. Para intensificar a reação, Andrade sacou Vinícius Pacheco do banco de reservas para a saída de Toró. A mudança fez efeito, dando mais velocidade ao meio campo rubro-negro.

Enquanto um festival de cartões amarelos acontecia (oito até os 33 minutos), o Botafogo segurava como podia a vantagem que tinha em mãos. Mas o Flamengo não estava disposto largar o sonho do tetracampeonato tão fácil. No fim do primeiro tempo, aos 44 minutos, Michael levantou bola na área e, após tentativa fracassada de cabeçada de Adriano, foi Vagner Love que empurrou para as redes, com os pés, aproveitando a soneca de Antônio Carlos. Um gol de cada lado, tudo igual no Maracanã.

SEGUNDO TEMPO

As equipes voltaram para a segunda etapa com a mesma escalação que começaram o duelo. Mas não demorou para que Joel Santana começasse a mostrar suas cartas na manga. Caio e Edno entraram no lugar de Túlio Souza e Renato, respectivamente. Era a tentativa do Glorioso de não estacionar atrás e partir para a vitória.

O festival de cartões continuava, e um deles foi fundamental para o trajeto da decisão. Aos 25 minutos, Maldonado cometeu a falta em Herrera, foi expulso, e mais uma penalidade estava assinalada. Desta vez, quem tratou de botar para dentro foi Loco Abreu. Com muita categoria, o uruguaio esperou a queda de Bruno para dar um toquinho na bola, que bateu no travessão e entrou. Era a virada do Fogão.

O jogo prosseguiu muito nervoso, e mais uma expulsão estava por vir. Fahel derrubou Adriano na área aos 33 e o árbitro marcou o terceiro pênalti da partida. Por reclamação, Herrera foi o segundo a ir para o vestiário mais cedo. Quando a torcida rubro-negra já esboçava comemoração pelo empate, uma fatalidade para o Mengão: Jefferson se esticou no canto certo e defendeu a cobrança de Adriano.

Festa alvinegra nas arquibancadas do Maracanã. O Flamengo ainda pressionou no final, mas o Glorioso soube administrar o placar e se consagrou campeão carioca de 2010 antecipadamente.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 1 X 2 BOTAFOGO

GOLS: Herrera 22'/1ºT (0-1), Vagner Love 44'/1ºT (1-1), Loco Abreu 26'/2ºT (1-2)


FLAMENGO: Bruno, Léo Moura, David, Angelim e Rodrigo Alvim; Toró (Vinicius Pacheco - 24'/1ºT), Willians, Toró e Michael; Adriano e Vagner Love.
Técnico: Andrade.

BOTAFOGO: Jefferson, Fábio Ferreira, Antônio Carlos e Fahel; Alessandro, Leandro Guerreiro, Túlio Souza (Caio - 13'/2ºT), Renato (Edno - 19'/2ºT) e Somália; Herrera e Loco Abreu.
Técnico: Joel Santana

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